A ÚLTIMA SAGA – PARTE 08 DE 12
Dentro de uma espécie de esfera de vidro, para onde foi "sugado", Oz tentava entender o que estava acontecendo. Parece que tinha viajado por estranhas dimensões e chegado até ali. Um homem estranho, careca e com uma espécie de avental branco, o observava de fora da esfera, mexendo em alguns computadores.
Dr. X:1 - Ahá! Consegui! Você agora é meu moleque!
Morte:2 - Deixa ele em paz, Dr. Esquisito!
Com um certa dificuldade, Oz percebeu uma garota extremamente pálida e toda de preto, num outro canto da sala.
Dr. X: - O que? Como entrou aqui? Você não passou pela porta. Até porque senão meu sistema de alarme teria tocado!
Morte: - Eu não vim pela porta. Agora, liberte o garoto, sim? Ele está aqui por um motivo próprio e não pelos seus motivos.
Dr. X: - Hahaha! E quem vai me obrigar, você? Uma garota magrinha e sem graça? Afinal, quem você pensa que é?
Morte: - Eu não penso. Eu sou. Eu sou a Morte! E eu estou aqui por dois motivos.
Dr. X: - Hahaha! Essa é boa! Vai ter que passar pelo meu brinquedinho primeiro!
O cientista aperta uns botões e uma enorme porta numa extremidade da sala se abre. Dela sai um enorme robô de forma ovalada e com enormes metralhadoras no lugar de mãos.
Oz: - Ótimo! Estou numa mistura de Sandman com Robocop! Quando essa doideira vai terminar?
O enorme robô começa a atirar, perseguindo a garota mas sem conseguir acertá-la. Ela se dirige para frente da esfera de vidro.
Morte: - Abaixe-se, Oz!
Oz se abaixa. Os tiros destroem a esfera. Em seguida atingem o painel de controle, deixando o robô inerte, sem saber o que fazer.
Morte: - Seres programados não fazem nada sem programas, hehe. Vem! Pegue minha mão! A gente tem que ir.
Oz: - Que irônico. Salvo pela Morte!
Morte: - Não é esse o significado do renascimento?
Dr. X: - Garota insolente! Você não vai estragar meu maior experimento assim, não!
O doutor saca uma estranha pistola futurista.
Morte: - Ah, esquisito! Você ainda não aprendeu que a prisão só traz tristeza e uma morte lenta? Todos nascemos para sermos livres!
Dr. X: - Não quero nem saber! Eu o capturei! Eu sou dono dele!
Morte: - Ninguém é dono de ninguém. Ah, lembra quando eu disse que estava aqui por dois motivos?
O doutor sente uma forte dor no peito e, antes que possa dizer alguma coisa, cai no chão, morto.
Morte: - Espere aqui. Eu já volto.
Oz fica sozinho por alguns segundos. Olha à sua volta. Agora vê que estava numa espécie de laboratório, mas os equipamentos, o computador... Parece tudo bem avançado, apesar do lugar parecer que tem décadas de existência. Foi aí que entendeu. Oz estava no futuro. Resolveu apertar um dos botões do computador para ter certeza. Má idéia. O robô voltou a funcionar.
Oz: - Oh-oh!
Morte: - O que você fez?
Oz: - Só apertei um botãozinho...
Ela aperta uns outros.
Morte: - Venha, temos que correr. O Lugar vai explodir!
Ela puxa Oz pelo braço e eles saem correndo pelos corredores do prédio. Conseguem chegar à porta e saem à rua. Oz não acredita muito no que vê. Carros velhos voadores, muita, muita gente, outdoors digitais de plasma... É interrompido pela explosão no andar superior do prédio.
Oz: - Caramba!
Morte: - Olha, eu sei por que você está aqui. Mas você sabe?
Oz: - Hã? Ah, sim! Eu preciso encontrar a mim mesmo! Acho que era isso...
Morte: - Aham, Venha! Eu te levo lá!
Os dois saem correndo pelas escuras ruas dignas de um cenário de Blade Runner.
Oz: - Lá onde?
Morte: - Onde você poderá encontrar a si mesmo! Só não sei se você vai gostar! Você ficou muito tempo esperando para que você aparecesse que esqueceu quem era você!
Oz: - Que?
E sumiram num beco escuro.
O futuro não estava sendo como Oz pensava. Nada de cidades limpas e pessoas andando com roupas modernosas. O que ele tinha visto até agora era um ambiente caótico, sujo e cruel e as pessoas pareciam não saber o que mais estranho inventar para criar sua moda e se diferenciar no meio de tantos iguais. Ele se sentia num ambiente totalmente Blade Runner, totalmente Akira...
O mais incrível era a sua aparência, 10 anos mais jovem. Mais incrível ainda era estar procurando a si mesmo, com a ajuda de uma garota meio gótica que atendia pelo nome de Morte.
Oz: - Ah... Mas me diga, Morte (ainda não acostumei te chamar assim), pra onde a gente tá indo mesmo?
Morte: - Estamos procurando você, lembra? Esse é o seu futuro. Bem... É um deles.
Oz: - Não vai confundir minha cabeça de novo! Sei que a gente tá correndo desde que enfrentamos aquele robô estranho. Podíamos pegar um desses aero-taxi pelo menos...
Morte: - Não precisa. Já chegamos! E além do mais, você não tem dinheiro dessa época.
Eles param em frente a um prédio velho, com lojas de produtos duvidosos no térreo e uma entrada lateral. A porta rangia muito, bem diferente daquelas portas automáticas que Oz havia visto no outro prédio. A escada parecia muito suja e com uma espécie de lodo, e as paredes estavam totalmente pixadas. Garotos experimentavam drogas nos degraus e um casal brigava num dos apartamentos. Pararam em frente ao número 13.
Morte: - É aqui.
Bateram na porta. Um velho, de aparência bem doente, abriu a porta. Tossia muito.3
Velho: - Quem... são vocês?
Morte: - Olá, velho amigo. Esse é o Oz. Lembra-se dele? E eu, bem... eu sou a Morte.
Velho: - Aham, sei. Oz... Faz muito tempo que não ouço esse nome... Entrem.
A pequena kitnet parecia totalmente abandonada. Tudo o que havia ali era um punhado de livros, uma velha cama e uma tv velha. A cozinha também não era das melhores.
Velho: - O que vocês querem, afinal?
Oz: - Eu estou procurando por mim mesmo. Aí vim parar nesse futuro estranho. Ela me disse que você sou eu. Como se chama, velho?
Velho (tossindo): - Flávio, eu acho... Minha memória tem piorado...
Oz: - É esse o meu futuro, Morte? É esse o futuro de Oz?
Morte: - Bem, na verdade ele é o Flávio. Você ouviu. Conte a sua história pra ele, velho.
Velho: - Pra quê? Ela de nada serve...
Morte: - Somente conte, por favor. Enquanto ainda há tempo.
Velho: - Bem... – tossiu mais um pouco. Só me lembro que em algum momento da minha vida, não lembro exatamente qual, eu fiz uma escolha. Eu briguei com o mundo e jurei vencê-lo. Me pus a conquistar novos sonhos, riqueza, o melhor para minha família, essas coisas... Queria provar pra todo mundo que eu podia ser quem quisesse. Desde então, nunca mais escrevi e nunca mais perdi meu tempo com mundos e idéias fantásticas ou pessoas que não tivessem as mesmas idades e responsabilidades que eu. Me tornei um empresário, enriqueci. (tosse) É, eu já fui rico. Mas muito ruim e frio também. Isso parece um clichê, mas a verdade é que me tornei um general pronto a vencer o mundo! Mas o mundo mandou seus espiões e me derrubou. Um dia, eu estava inaugurando uma empresa nova, quando vi um jovem desenhando na calçada. O sorriso dele me deixou deprimido e meu império começou a ruir. Eu fiquei totalmente incapacitado e perdi tudo. Agora estou aqui, velho, doente e com uma tristeza no coração que parece que nunca vai acabar...
O velho começou a tossir mais forte.
Morte: - É hora de partir, velho.
O velho começou a fraquejar. Estava morrendo...
Velho: - Rapaz... Escute... Sua felicidade é mais importante que qualquer coisa... Ninguém... Ninguém estará no fim de sua vida... para fazer você se sentir melhor...
Tudo... é pó...
E morreu. Sua alma se levantou de seu corpo.
Morte: - Bem, tenho que ir. Boa sorte Oz.
Oz: - Mas, isso me parece meio clichê demais. Não sei. Não sei se esse sou eu mesmo. Quer dizer, pode ser, mas também pode não ser...
Morte: - A vida é o que ela é, seja clichê ou não. Queira você ou não, as coisas são como são. Cabe a você lutar com a vida ou fazer dela um divertida experiência. Hum... Porque você não simplifica a vida, hein? Olha, procure por Karin. Ele talvez o ajude.
E fez o espelho da parede brilhar, como se um portal tivesse sido aberto.
Morte: - Mas lembre-se, Oz. Enquanto você perde seu tempo procurando por você, o mundo te esmaga ainda mais e, quando a morte chegar, só vai restar o que você fez, não o que você teve ou o que pensou. O tempo é agora. Todo o resto, futuro ou passado, é ilusão. Beijos.
E sumiu no ar, levando a alma do velho junto. Oz ainda perdeu alguns momentos de vida pensando, e se pôs a atravessar o espelho...
Notas:
1 - aqui bem pouco perceptível, mas o Dr. X é inspirado no CD "Operation Mindcrime" do Queensrÿche; mais tarde vocês verão que uma saga inteira foi escrita em cima desse disco.
2 - ela de novo, a irmã de Sandman e minha guru predileta, rs.
3 - esse post foi feito em cima da curta história "Som de Suas Asas", publicada nas revistas do Sandman.
Dr. X:1 - Ahá! Consegui! Você agora é meu moleque!
Morte:2 - Deixa ele em paz, Dr. Esquisito!
Com um certa dificuldade, Oz percebeu uma garota extremamente pálida e toda de preto, num outro canto da sala.
Dr. X: - O que? Como entrou aqui? Você não passou pela porta. Até porque senão meu sistema de alarme teria tocado!
Morte: - Eu não vim pela porta. Agora, liberte o garoto, sim? Ele está aqui por um motivo próprio e não pelos seus motivos.
Dr. X: - Hahaha! E quem vai me obrigar, você? Uma garota magrinha e sem graça? Afinal, quem você pensa que é?
Morte: - Eu não penso. Eu sou. Eu sou a Morte! E eu estou aqui por dois motivos.
Dr. X: - Hahaha! Essa é boa! Vai ter que passar pelo meu brinquedinho primeiro!
O cientista aperta uns botões e uma enorme porta numa extremidade da sala se abre. Dela sai um enorme robô de forma ovalada e com enormes metralhadoras no lugar de mãos.
Oz: - Ótimo! Estou numa mistura de Sandman com Robocop! Quando essa doideira vai terminar?
O enorme robô começa a atirar, perseguindo a garota mas sem conseguir acertá-la. Ela se dirige para frente da esfera de vidro.
Morte: - Abaixe-se, Oz!
Oz se abaixa. Os tiros destroem a esfera. Em seguida atingem o painel de controle, deixando o robô inerte, sem saber o que fazer.
Morte: - Seres programados não fazem nada sem programas, hehe. Vem! Pegue minha mão! A gente tem que ir.
Oz: - Que irônico. Salvo pela Morte!
Morte: - Não é esse o significado do renascimento?
Dr. X: - Garota insolente! Você não vai estragar meu maior experimento assim, não!
O doutor saca uma estranha pistola futurista.
Morte: - Ah, esquisito! Você ainda não aprendeu que a prisão só traz tristeza e uma morte lenta? Todos nascemos para sermos livres!
Dr. X: - Não quero nem saber! Eu o capturei! Eu sou dono dele!
Morte: - Ninguém é dono de ninguém. Ah, lembra quando eu disse que estava aqui por dois motivos?
O doutor sente uma forte dor no peito e, antes que possa dizer alguma coisa, cai no chão, morto.
Morte: - Espere aqui. Eu já volto.
Oz fica sozinho por alguns segundos. Olha à sua volta. Agora vê que estava numa espécie de laboratório, mas os equipamentos, o computador... Parece tudo bem avançado, apesar do lugar parecer que tem décadas de existência. Foi aí que entendeu. Oz estava no futuro. Resolveu apertar um dos botões do computador para ter certeza. Má idéia. O robô voltou a funcionar.
Oz: - Oh-oh!
Morte: - O que você fez?
Oz: - Só apertei um botãozinho...
Ela aperta uns outros.
Morte: - Venha, temos que correr. O Lugar vai explodir!
Ela puxa Oz pelo braço e eles saem correndo pelos corredores do prédio. Conseguem chegar à porta e saem à rua. Oz não acredita muito no que vê. Carros velhos voadores, muita, muita gente, outdoors digitais de plasma... É interrompido pela explosão no andar superior do prédio.
Oz: - Caramba!
Morte: - Olha, eu sei por que você está aqui. Mas você sabe?
Oz: - Hã? Ah, sim! Eu preciso encontrar a mim mesmo! Acho que era isso...
Morte: - Aham, Venha! Eu te levo lá!
Os dois saem correndo pelas escuras ruas dignas de um cenário de Blade Runner.
Oz: - Lá onde?
Morte: - Onde você poderá encontrar a si mesmo! Só não sei se você vai gostar! Você ficou muito tempo esperando para que você aparecesse que esqueceu quem era você!
Oz: - Que?
E sumiram num beco escuro.
A ÚLTIMA SAGA – PARTE 09 DE 12
O futuro não estava sendo como Oz pensava. Nada de cidades limpas e pessoas andando com roupas modernosas. O que ele tinha visto até agora era um ambiente caótico, sujo e cruel e as pessoas pareciam não saber o que mais estranho inventar para criar sua moda e se diferenciar no meio de tantos iguais. Ele se sentia num ambiente totalmente Blade Runner, totalmente Akira...
O mais incrível era a sua aparência, 10 anos mais jovem. Mais incrível ainda era estar procurando a si mesmo, com a ajuda de uma garota meio gótica que atendia pelo nome de Morte.
Oz: - Ah... Mas me diga, Morte (ainda não acostumei te chamar assim), pra onde a gente tá indo mesmo?
Morte: - Estamos procurando você, lembra? Esse é o seu futuro. Bem... É um deles.
Oz: - Não vai confundir minha cabeça de novo! Sei que a gente tá correndo desde que enfrentamos aquele robô estranho. Podíamos pegar um desses aero-taxi pelo menos...
Morte: - Não precisa. Já chegamos! E além do mais, você não tem dinheiro dessa época.
Eles param em frente a um prédio velho, com lojas de produtos duvidosos no térreo e uma entrada lateral. A porta rangia muito, bem diferente daquelas portas automáticas que Oz havia visto no outro prédio. A escada parecia muito suja e com uma espécie de lodo, e as paredes estavam totalmente pixadas. Garotos experimentavam drogas nos degraus e um casal brigava num dos apartamentos. Pararam em frente ao número 13.
Morte: - É aqui.
Bateram na porta. Um velho, de aparência bem doente, abriu a porta. Tossia muito.3
Velho: - Quem... são vocês?
Morte: - Olá, velho amigo. Esse é o Oz. Lembra-se dele? E eu, bem... eu sou a Morte.
Velho: - Aham, sei. Oz... Faz muito tempo que não ouço esse nome... Entrem.
A pequena kitnet parecia totalmente abandonada. Tudo o que havia ali era um punhado de livros, uma velha cama e uma tv velha. A cozinha também não era das melhores.
Velho: - O que vocês querem, afinal?
Oz: - Eu estou procurando por mim mesmo. Aí vim parar nesse futuro estranho. Ela me disse que você sou eu. Como se chama, velho?
Velho (tossindo): - Flávio, eu acho... Minha memória tem piorado...
Oz: - É esse o meu futuro, Morte? É esse o futuro de Oz?
Morte: - Bem, na verdade ele é o Flávio. Você ouviu. Conte a sua história pra ele, velho.
Velho: - Pra quê? Ela de nada serve...
Morte: - Somente conte, por favor. Enquanto ainda há tempo.
Velho: - Bem... – tossiu mais um pouco. Só me lembro que em algum momento da minha vida, não lembro exatamente qual, eu fiz uma escolha. Eu briguei com o mundo e jurei vencê-lo. Me pus a conquistar novos sonhos, riqueza, o melhor para minha família, essas coisas... Queria provar pra todo mundo que eu podia ser quem quisesse. Desde então, nunca mais escrevi e nunca mais perdi meu tempo com mundos e idéias fantásticas ou pessoas que não tivessem as mesmas idades e responsabilidades que eu. Me tornei um empresário, enriqueci. (tosse) É, eu já fui rico. Mas muito ruim e frio também. Isso parece um clichê, mas a verdade é que me tornei um general pronto a vencer o mundo! Mas o mundo mandou seus espiões e me derrubou. Um dia, eu estava inaugurando uma empresa nova, quando vi um jovem desenhando na calçada. O sorriso dele me deixou deprimido e meu império começou a ruir. Eu fiquei totalmente incapacitado e perdi tudo. Agora estou aqui, velho, doente e com uma tristeza no coração que parece que nunca vai acabar...
O velho começou a tossir mais forte.
Morte: - É hora de partir, velho.
O velho começou a fraquejar. Estava morrendo...
Velho: - Rapaz... Escute... Sua felicidade é mais importante que qualquer coisa... Ninguém... Ninguém estará no fim de sua vida... para fazer você se sentir melhor...
Tudo... é pó...
E morreu. Sua alma se levantou de seu corpo.
Morte: - Bem, tenho que ir. Boa sorte Oz.
Oz: - Mas, isso me parece meio clichê demais. Não sei. Não sei se esse sou eu mesmo. Quer dizer, pode ser, mas também pode não ser...
Morte: - A vida é o que ela é, seja clichê ou não. Queira você ou não, as coisas são como são. Cabe a você lutar com a vida ou fazer dela um divertida experiência. Hum... Porque você não simplifica a vida, hein? Olha, procure por Karin. Ele talvez o ajude.
E fez o espelho da parede brilhar, como se um portal tivesse sido aberto.
Morte: - Mas lembre-se, Oz. Enquanto você perde seu tempo procurando por você, o mundo te esmaga ainda mais e, quando a morte chegar, só vai restar o que você fez, não o que você teve ou o que pensou. O tempo é agora. Todo o resto, futuro ou passado, é ilusão. Beijos.
E sumiu no ar, levando a alma do velho junto. Oz ainda perdeu alguns momentos de vida pensando, e se pôs a atravessar o espelho...
Notas:
1 - aqui bem pouco perceptível, mas o Dr. X é inspirado no CD "Operation Mindcrime" do Queensrÿche; mais tarde vocês verão que uma saga inteira foi escrita em cima desse disco.
2 - ela de novo, a irmã de Sandman e minha guru predileta, rs.
3 - esse post foi feito em cima da curta história "Som de Suas Asas", publicada nas revistas do Sandman.
3 comentários:
adoro a morte! ela é muito legal :]
lembrei de uma frase do donnie darko com a história do seu velho (além de charles dickens, claro): "every single thing in the world dies alone." é meio trevoso, mas não deixa de ser verdade. na maioria das vezes ¬¬
beijo!
nossa, como tem coisa pra ler aqui, isso que dá trabalhar e estudar e não conseguir administrar tudo direito :~
nesse fds eu lerei tudinho aqui e vou tentar postar algo novo tb
beijos!
sinto que estou perdendo fontes importantes ao nunca ter lido Sandman hum
engraçado que a sua busca nos textos é tão solitária, só que a vida já se inicia repleta de seres, lugares e imagens "reais" e é graças aos mesmos que você está vivo fisicamente
ok, viajei o.o
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