>> Textos postados em 2006, no Mundo de Oz III - http://mundodeoz3.blogspot.com.
> Para entender:
A "Última Saga" não foi realmente a última que eu escrevi, mas como vocês perceberão na Saga Zero [essa sim a última escrita], ela é a última de uma ordem cronológica.
Não entendeu nada? Pois é. Isso acabou se tornando comum nas outras sagas fantásticas que escrevi. Em parte devido ao ritmo alucinógeno e vertiginoso dos textos. Só pra começar, vale lembrar que essa saga foi escrita e postada de trás para frente, ou seja, essa "parte 1 de 12" que vocês lerão na verdade foi a última e a parte 12 de 12, a primeira.
Para melhor compreensão, eu resolvi repostá-las na ordem correta.
Maluquice? Bem vindo ao Fantástico Mundo de Oz.
> Para entender:
A "Última Saga" não foi realmente a última que eu escrevi, mas como vocês perceberão na Saga Zero [essa sim a última escrita], ela é a última de uma ordem cronológica.
Não entendeu nada? Pois é. Isso acabou se tornando comum nas outras sagas fantásticas que escrevi. Em parte devido ao ritmo alucinógeno e vertiginoso dos textos. Só pra começar, vale lembrar que essa saga foi escrita e postada de trás para frente, ou seja, essa "parte 1 de 12" que vocês lerão na verdade foi a última e a parte 12 de 12, a primeira.
Para melhor compreensão, eu resolvi repostá-las na ordem correta.
Maluquice? Bem vindo ao Fantástico Mundo de Oz.
A ÚLTIMA SAGA – PARTE 01 DE 12
Oz andava meio confuso, sem saber que sentido dar para sua vida. Aliás, não tinha mais certeza se ela tinha algum sentido. Afinal, parecia que tinha perdido mais de uma década. Na verdade, perdeu grande parte dela com essas e outras questões existenciais. Precisava terminar com isso e chegar a alguma conclusão.
Chegou em casa, botou um cd pra ouvir e deitou-se na cama, olhando para o teto. De repente, ouviu um barulho estranho vindo da porta da estante onde guardava suas revistas, livros e sonhos. Levantou e foi até lá. Abriu, mas não conseguiu olhar dentro. Pôs primeiro a cabeça lá dentro da estante, depois passou os ombros, o tórax e, quando viu, já estava totalmente lá dentro. Tudo escuro. Viu um par de olhos, como nos desenhos animados.
Oz: - Oi?
Par de olhos: - Oi nada! Cai fora do meu mundo!
Oz: - Seu mundo? Essa estante é minha!
Par de olhos: - Hahahaha. Ah, tá! Quem você acha que é? O Oz? Cai fora! Cai fora!
E Oz sentiu como se alguém estivesse empurrando-o. Abriu a porta e saiu, sem entender nada. Viu que seu quarto estava um pouco diferente. Parecia maior. Olhou de volta para a porta de vidro da estante, ainda sem entender o que foi aquilo. Foi quando se espantou. Viu no reflexo que tinha a aparência de um garoto de 7 anos.
Oz: - Essa agora...
Sentiu alguma coisa puxar sua mão pedindo atenção. Era um elefante de pelúcia de meio metro de altura. Estava vivo.
Elefante: - Pare de reclamar! Você só reclama!
Oz: - Ai. Caralhoporraputaqueupariueitaqueporraéessa!?!
Elefante: - Olha a boca! Pode ter criança lendo!
Oz: - Hein?
Elefante: - Tá certo que pra alguém ler isso não deve bater bem das bolas...
Oz: - Hã?
Elefante: - Bolas. Cachola, cabeça, idéia.
Oz: - Oi?
Elefante: - Você é meio lerdo, né? Agora sei porque passaram mais de 10 anos e você ainda não se decidiu...
Alguém bate na porta do quarto.
Mãe do Oz: - Que barulheira é essa aí, Flávio? Para de bagunça e vê se cresce! Toma jeito menino!
Oz: - Não é nada não mãe!
Elefante: - Nada, é? Você tá conversando com um elefante de pelúcia que fala. Isso parece alguma coisa pra mim.
Oz: - Loucura! Isso é loucura!
Elefante: - É. Mais ou menos sobre isso que eu disse... Olha, chega de papo furado. Eu preciso queimar. Anda.
Oz: - Quê?
Elefante: - ME ODEIE! Anda, anda!
Oz: - Odiar um elefante de pelúcia?
Elefante: - Cara, larga a mão de ser besta. Cê parece uma menininha bobinha maluquinha! Puta queu pariu! Fica aí com seu mundinho bosta de sonhos e ilusões! Acorda pra vida, cara! Larga a mão de ser infantil!
Oz: - Ah, vai tomar no cu, elefante de merda!
De repente, o elefante começa a pegar fogo.
Elefante: - Funcionou! Funcionou! Eu tô queimando! Eu tô queimando! Um elefantinho azulzinho de pelúcia em chamas! Tirem as crianças da sala, a insanidade começou! Ahhhhhhhh...
O elefante cai morto no chão e uma enorme fumaça se levanta. A fumaça é tão espessa que Oz não consegue enxergar nada. Ele tenta caminhar e sair dali e depois de muita dificuldade, avista uma porta. Abre-a e passa para o outro lado, fechando-a em seguida. Mas ele não está no corredor do apartamento onde mora, mas sim numa espécie de sala de aula de primário.
Oz: - (cof) Que bosta. (cof) Onde eu estou? (cof-cof)
A porta se abre e um monte de crianças entra, seguidos de um senhor mulato de óculos. O Professor.
Professor: - Sentem-se! Eu quero ordem nesta sala!
Oz e todos sentam em suas carteiras.
Professor: - Vocês vieram aqui para serem domesticados, entenderam? Para deixar de serem crianças e prepararem-se para o mundo lá fora! Nada de brincadeiras, nem de devaneios! Vocês estão aqui para estudar! Criança pobre tem que estudar, para ter um bom emprego e ajudar os pais! Para deixar de ser pobre!
Oz: - Mas, não aprendemos no catecismo que não temos que pensar em dinheiro e buscar o dom que o Senhor pôs no nosso coração?
Professor: - Isso aqui é uma igreja, moleque? O único senhor que manda aqui sou eu! E enquanto estiverem sob meu teto, farão o que eu mandar! Esquece essa baboseira religiosa. Não enche barriga. Assim como os sonhos.
Todas as crianças somem. Resta apenas Oz na sala. O Professor olha firmemente para ele e lhe aponta a régua de madeira.
Professor: - Na vida, não existe lugar para sonhos, garoto. Ou você aprende a viver a realidade, ou ela te come sem piedade. Vire homem! Eu estou mandando!
Oz se sentiu triste e encolhido.
Oz: - Bom, se no mundo real não tem lugar para sonhos, então vou criar meu próprio mundo...
Professor (gritando): - O QUÊ?!
De repente, a sala começou a girar e voltou a ser o quarto do garoto Oz. O Professor havia sumido e no seu lugar tinha uma garotinha loira e uma caixa de papelão, dessas de TV, virada de cabeça para baixo.
Garotinha: - Oi. Eu sou a Tata. Me ama?
Oz: - Quê? (curioso para ver o que tinha dentro da caixa).
Tata: - Me ama! Eu preciso de alguém que me ame e abra mão de sua vida e de seus sonhos por mim...
Oz: - Vai dar não.
Oz entra debaixo da caixa. Sente algo estranho e sai.
Tata: - Se você me amar, eu te amo também. Eu juro...
Oz: - É?
A caixa dá uma sacudida. Sai um outro menino Oz de dentro dela.
Oz: - Ai, caramba!
Oz 2: - E aí? Beleza?
Tata: -Pode levar algum tempo, mas um dia eu vou te retribuir.
Oz 2: - Até que ela é bonita... Acho que vale a pena.
A caixa dá outra sacudida. Sai outro Oz de dentro dela.
Oz 3: - Eu não acho. Ela vai querer que você abra mão de si mesmo por ela. Será que ela vai fazer o mesmo?
Oz: - Aiminhanossasenhora!
Tata: - Eu dou carinho e te sustento e você passa a ser meu. Que tal? Vamos casar?
O cabelo dela fica vermelho. A caixa dá outra sacudida e sai outro Oz de dentro.
Oz 4: - Ai, que vida horrível... Gente, por que eu saí, hein? Vontade de morrer...
Oz 2: - Xiii. Esse é o lado deprê.
Oz: - Que isso? O progresso científico deu tilt? Eu sou o Calvin?
Oz 3: - Não, cara. Você é o Oz. Eu acho...
Tata: - Me ama?
A caixa dá outra sacudida. Sai outro Oz de dentro.
Oz 5: - Hahahahahaha. Brlllll... Dã! Cerveja com abobrinha?
Oz: - Eu e minhas cópias!
Oz 2: - E sua mina!
Oz 4: - Ou você, você mesmo e sua mina. Que nem aquele filme do Jim Carrey. Afinal, só tem Oz pinel aqui. Ai, ai (suspiro).
Oz 3: - É o seguinte, cara. Nós somos alguns dos lados da sua personalidade, entende? Eu sou a razão.
Oz 4: - Eu o lado depressivo...
Oz 2: - Eu o depravado. (tentando levantar a saia da Tata).
Oz 5: - Upa-dupa! Duki nuki! Bicus Dickus! Eu sou o lado sem noção, hahahahahahha!
Oz 3: - Bobo, você quer dizer. Né?
A caixa dá muitas outras sacudidas. Vários outros Ozes saem dela. O quarto está lotado de cópias do Oz.
Oz: - Peraí! Porque essa zona? Eu só queria me encontrar...
Oz 5: - Hahahhahahaha.
Oz 27: - Ah, vai se fuder!
Oz 33: - Por favor, seja mais educado.
Oz 49: - Er... Estamos aqui pra isso... Não é? Hum... Acho que é... Mas pode não ser...
Tata: - Nossa, Oz. Como você é doidinho. Adoro você, sabia? Casa comigo?
Oz 3: - Sabe, a gente tá aqui pra você ver qual a opinião de cada lado seu para decidir o que vai ser da sua vida.
Oz: - Não é bem assim... Alguns lados não concordam com outros. Sem falar que tem uns que é melhor nem ouvir... Ai, que droga! Que que eu faço agora?
A insegurança de Oz gera discussão entre os seus outros lados e todos vão pra cima dele, tentando aproveitar-se da situação e dominá-lo de vez. Tata some no meio da baderna. Oz começa a sufocar, sem saber o que fazer. Então sente uma mão puxá-lo com uma certa força e tirá-lo dali. Viu uma porta se fechando e percebeu que estava num corredor vazio cheio de portas. Mais calmo, olhou para quem o tinha salvado. Era uma garotinha branquela vestida toda de preto e com um crucifixo engraçado no pescoço.
Garotinha: - Vem, roqueiro maluqinho. Hora de começar sua última saga...
Chegou em casa, botou um cd pra ouvir e deitou-se na cama, olhando para o teto. De repente, ouviu um barulho estranho vindo da porta da estante onde guardava suas revistas, livros e sonhos. Levantou e foi até lá. Abriu, mas não conseguiu olhar dentro. Pôs primeiro a cabeça lá dentro da estante, depois passou os ombros, o tórax e, quando viu, já estava totalmente lá dentro. Tudo escuro. Viu um par de olhos, como nos desenhos animados.
Oz: - Oi?
Par de olhos: - Oi nada! Cai fora do meu mundo!
Oz: - Seu mundo? Essa estante é minha!
Par de olhos: - Hahahaha. Ah, tá! Quem você acha que é? O Oz? Cai fora! Cai fora!
E Oz sentiu como se alguém estivesse empurrando-o. Abriu a porta e saiu, sem entender nada. Viu que seu quarto estava um pouco diferente. Parecia maior. Olhou de volta para a porta de vidro da estante, ainda sem entender o que foi aquilo. Foi quando se espantou. Viu no reflexo que tinha a aparência de um garoto de 7 anos.
Oz: - Essa agora...
Sentiu alguma coisa puxar sua mão pedindo atenção. Era um elefante de pelúcia de meio metro de altura. Estava vivo.
Elefante: - Pare de reclamar! Você só reclama!
Oz: - Ai. Caralhoporraputaqueupariueitaqueporraéessa!?!
Elefante: - Olha a boca! Pode ter criança lendo!
Oz: - Hein?
Elefante: - Tá certo que pra alguém ler isso não deve bater bem das bolas...
Oz: - Hã?
Elefante: - Bolas. Cachola, cabeça, idéia.
Oz: - Oi?
Elefante: - Você é meio lerdo, né? Agora sei porque passaram mais de 10 anos e você ainda não se decidiu...
Alguém bate na porta do quarto.
Mãe do Oz: - Que barulheira é essa aí, Flávio? Para de bagunça e vê se cresce! Toma jeito menino!
Oz: - Não é nada não mãe!
Elefante: - Nada, é? Você tá conversando com um elefante de pelúcia que fala. Isso parece alguma coisa pra mim.
Oz: - Loucura! Isso é loucura!
Elefante: - É. Mais ou menos sobre isso que eu disse... Olha, chega de papo furado. Eu preciso queimar. Anda.
Oz: - Quê?
Elefante: - ME ODEIE! Anda, anda!
Oz: - Odiar um elefante de pelúcia?
Elefante: - Cara, larga a mão de ser besta. Cê parece uma menininha bobinha maluquinha! Puta queu pariu! Fica aí com seu mundinho bosta de sonhos e ilusões! Acorda pra vida, cara! Larga a mão de ser infantil!
Oz: - Ah, vai tomar no cu, elefante de merda!
De repente, o elefante começa a pegar fogo.
Elefante: - Funcionou! Funcionou! Eu tô queimando! Eu tô queimando! Um elefantinho azulzinho de pelúcia em chamas! Tirem as crianças da sala, a insanidade começou! Ahhhhhhhh...
O elefante cai morto no chão e uma enorme fumaça se levanta. A fumaça é tão espessa que Oz não consegue enxergar nada. Ele tenta caminhar e sair dali e depois de muita dificuldade, avista uma porta. Abre-a e passa para o outro lado, fechando-a em seguida. Mas ele não está no corredor do apartamento onde mora, mas sim numa espécie de sala de aula de primário.
Oz: - (cof) Que bosta. (cof) Onde eu estou? (cof-cof)
A porta se abre e um monte de crianças entra, seguidos de um senhor mulato de óculos. O Professor.
Professor: - Sentem-se! Eu quero ordem nesta sala!
Oz e todos sentam em suas carteiras.
Professor: - Vocês vieram aqui para serem domesticados, entenderam? Para deixar de serem crianças e prepararem-se para o mundo lá fora! Nada de brincadeiras, nem de devaneios! Vocês estão aqui para estudar! Criança pobre tem que estudar, para ter um bom emprego e ajudar os pais! Para deixar de ser pobre!
Oz: - Mas, não aprendemos no catecismo que não temos que pensar em dinheiro e buscar o dom que o Senhor pôs no nosso coração?
Professor: - Isso aqui é uma igreja, moleque? O único senhor que manda aqui sou eu! E enquanto estiverem sob meu teto, farão o que eu mandar! Esquece essa baboseira religiosa. Não enche barriga. Assim como os sonhos.
Todas as crianças somem. Resta apenas Oz na sala. O Professor olha firmemente para ele e lhe aponta a régua de madeira.
Professor: - Na vida, não existe lugar para sonhos, garoto. Ou você aprende a viver a realidade, ou ela te come sem piedade. Vire homem! Eu estou mandando!
Oz se sentiu triste e encolhido.
Oz: - Bom, se no mundo real não tem lugar para sonhos, então vou criar meu próprio mundo...
Professor (gritando): - O QUÊ?!
De repente, a sala começou a girar e voltou a ser o quarto do garoto Oz. O Professor havia sumido e no seu lugar tinha uma garotinha loira e uma caixa de papelão, dessas de TV, virada de cabeça para baixo.
Garotinha: - Oi. Eu sou a Tata. Me ama?
Oz: - Quê? (curioso para ver o que tinha dentro da caixa).
Tata: - Me ama! Eu preciso de alguém que me ame e abra mão de sua vida e de seus sonhos por mim...
Oz: - Vai dar não.
Oz entra debaixo da caixa. Sente algo estranho e sai.
Tata: - Se você me amar, eu te amo também. Eu juro...
Oz: - É?
A caixa dá uma sacudida. Sai um outro menino Oz de dentro dela.
Oz: - Ai, caramba!
Oz 2: - E aí? Beleza?
Tata: -Pode levar algum tempo, mas um dia eu vou te retribuir.
Oz 2: - Até que ela é bonita... Acho que vale a pena.
A caixa dá outra sacudida. Sai outro Oz de dentro dela.
Oz 3: - Eu não acho. Ela vai querer que você abra mão de si mesmo por ela. Será que ela vai fazer o mesmo?
Oz: - Aiminhanossasenhora!
Tata: - Eu dou carinho e te sustento e você passa a ser meu. Que tal? Vamos casar?
O cabelo dela fica vermelho. A caixa dá outra sacudida e sai outro Oz de dentro.
Oz 4: - Ai, que vida horrível... Gente, por que eu saí, hein? Vontade de morrer...
Oz 2: - Xiii. Esse é o lado deprê.
Oz: - Que isso? O progresso científico deu tilt? Eu sou o Calvin?
Oz 3: - Não, cara. Você é o Oz. Eu acho...
Tata: - Me ama?
A caixa dá outra sacudida. Sai outro Oz de dentro.
Oz 5: - Hahahahahaha. Brlllll... Dã! Cerveja com abobrinha?
Oz: - Eu e minhas cópias!
Oz 2: - E sua mina!
Oz 4: - Ou você, você mesmo e sua mina. Que nem aquele filme do Jim Carrey. Afinal, só tem Oz pinel aqui. Ai, ai (suspiro).
Oz 3: - É o seguinte, cara. Nós somos alguns dos lados da sua personalidade, entende? Eu sou a razão.
Oz 4: - Eu o lado depressivo...
Oz 2: - Eu o depravado. (tentando levantar a saia da Tata).
Oz 5: - Upa-dupa! Duki nuki! Bicus Dickus! Eu sou o lado sem noção, hahahahahahha!
Oz 3: - Bobo, você quer dizer. Né?
A caixa dá muitas outras sacudidas. Vários outros Ozes saem dela. O quarto está lotado de cópias do Oz.
Oz: - Peraí! Porque essa zona? Eu só queria me encontrar...
Oz 5: - Hahahhahahaha.
Oz 27: - Ah, vai se fuder!
Oz 33: - Por favor, seja mais educado.
Oz 49: - Er... Estamos aqui pra isso... Não é? Hum... Acho que é... Mas pode não ser...
Tata: - Nossa, Oz. Como você é doidinho. Adoro você, sabia? Casa comigo?
Oz 3: - Sabe, a gente tá aqui pra você ver qual a opinião de cada lado seu para decidir o que vai ser da sua vida.
Oz: - Não é bem assim... Alguns lados não concordam com outros. Sem falar que tem uns que é melhor nem ouvir... Ai, que droga! Que que eu faço agora?
A insegurança de Oz gera discussão entre os seus outros lados e todos vão pra cima dele, tentando aproveitar-se da situação e dominá-lo de vez. Tata some no meio da baderna. Oz começa a sufocar, sem saber o que fazer. Então sente uma mão puxá-lo com uma certa força e tirá-lo dali. Viu uma porta se fechando e percebeu que estava num corredor vazio cheio de portas. Mais calmo, olhou para quem o tinha salvado. Era uma garotinha branquela vestida toda de preto e com um crucifixo engraçado no pescoço.
Garotinha: - Vem, roqueiro maluqinho. Hora de começar sua última saga...
Another Brick In The Wall, Calvin, Matrix... Pois é.
2 comentários:
nossa, gostei muito desse :] quero ler o resto.
o legal é ler suas sagas em ordem cronológica e ver como sua escrita evoluiu (nossa, pareço professora de redação...).
beijo!
nossa, ainda bem que minhas personalidades nunca saíram da minha caixola, senão eu tava perdida o.0
ih olha, menininha branquela vestida de preto com crucifixo engraçado... isso me lembra os tempos em que eu só me vestia assim ^^
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