> Esses são os 2 últimos posts da Saga do Fim do Mundo. Conforme vocês perceberão, eu nada mais fiz do que combinar várias cenas de filmes e histórias que me inspiram. Porém, tem duas coisas "novas" aqui:
- daqui em diante eu deixo de frequentar o estilo "fantasia infantil" e começo a criar algo mais próximo do realismo fantástico e do absurdo, mostrando mais elementos próprios da minha vida e dos meus conflitos pessoais do que apenas histórias fantásticas [como se eu manjasse de "estilos", enfim... rs]
- também começo a criar personagens inspirados em pessoas que eu conheço; aqui no caso a tal da garotinha e da "PL".
OZ E SEU SUBCONSCIENTE
Oz parecia realmente perdido dentro do seu subconsciente. Mais ainda. Um erro da máquina e um deslize seu fizeram com que sua realidade fosse alterada usando elementos de sua mente que o influenciam, como filmes e música.
Assim sendo, Oz viu-se no cenário colorido de O Mágico de Oz. À sua frente, uma estrada de tijolos amarelos se dispunha. Pink Floyd continuava tocando ao fundo. Foi quando um dos anõezinhos o cutucou.
- Você deve seguir pela trilha dos tijolos amarelos. No fim dela encontrará o Mágico de Oz, que lhe ajudará a voltar para o seu Mundo.
- Quê? Tá louco? Eu sou o Oz! Não tem mágico nenhum. E ele não é mágico, é ilusionista.
- Muita gente tem dificuldade de encontrar a si mesmo e menospreza seus próprios poderes.
- Quê?
Mas quando Oz olhou de novo, já estava caminhando pela estrada. Parece que ali quem mandava era seu subconsciente e não ele. Foi quando viu o cenário se transformar em desenho e a trilha terminar numa divisão em duas direções.
- E agora? Por qual eu vou?
- Depende de para onde você quer ir. (disse uma voz)
Oz virou-se e viu só um sorriso. O gato apareceu depois.
- Alice no País das Maravilhas... Coisa de louco.
- Aqui todo mundo é louco. Não tem escapatória. Veja bem. Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve.
- Eu sei para onde ir. Agora sei. Quero construir um Mundo novo.
Eis que o gato virou o Chaveiro e a floresta virou um mar de portas.
- Então, você sabe qual a porta pela qual entrar.
Oz passou por um aporta e uma luz brilhante o cegou. Quando ela se dissipou, viu que estava numa espécie de palácio e uma princesa toda de branco se aproximou.
- Oz. Seu Mundo está sendo engolido pelo Nada. Não deixe isso acontecer. Só seu coração pode salvar seu Mundo.
- Oi?
Algo toca seu ombro e Oz se vira. Gandalf.
- O poder do anel vai te seduzir. Não deixe. O mal não deve corrompê-lo. Vejam esses tolos.
Estava numa festa no Condado, cercado de hobbits.
- Eles se divertem, vivem a vida, são felizes. Os homens querem poder e isso os corrompem. O que você prefere?
- Bem...
- Vá, siga sua jornada e destrua o anel do mal. Vá!
E viu-se novamente sem ação, sendo puxado por uma força impulsiva e caindo em cima de uma tartaruga em 3D.
- Ei, cara. Curte a corrente! Uau!
- Opa! Procurando Nemo!
- Cara, você tem que se soltar, curtir. Não fica pensando no que fazer, em como vai ser seu novo Mundo. Só faça, cara. E curta a onda! Iau! Yeehhhhhh!
De repente...
- Acorda, Oz-sam! Acorda!
- Hein? Sr. Miagi?
- É Miagui. Oz precisa treinar. Muitos perigos aguardam.
- Do que o senhor está falando?
- Oz tem que se livrar de coisas que atrapalham pensar. Limpar a mente. Muitos conflitos você terá que enfrentar. Aqui. Dentro de você.
- Ah, tá.
- Agora vá. Vá!
- De novo?
Tarde demais. Tudo escureceu. Martelos marchavam e alguém gritava com Oz.
- Você! Seu estúpido!
Era um professor. Ao seu lado, crianças entravam numa máquina e viravam lingüiça.
- Que baboseira é essa de novo mundo? Quem é você para pensar em artes? Não seja ridículo! Ninguém vai ler seu novo blog. Ninguém se interessa pelas suas coisas. Você é um fracassado patético e idiota! Olha só pra você! Vai viver de sub-empregos a vida toda. Esqueça isso!
De repente, Oz se sentiu mal, seu corpo ficou frio, ele se encolheu e um enorme muro o cercou, fechando-se e isolando-o por completo do mundo fora do subconsciente.
Assim sendo, Oz viu-se no cenário colorido de O Mágico de Oz. À sua frente, uma estrada de tijolos amarelos se dispunha. Pink Floyd continuava tocando ao fundo. Foi quando um dos anõezinhos o cutucou.
- Você deve seguir pela trilha dos tijolos amarelos. No fim dela encontrará o Mágico de Oz, que lhe ajudará a voltar para o seu Mundo.
- Quê? Tá louco? Eu sou o Oz! Não tem mágico nenhum. E ele não é mágico, é ilusionista.
- Muita gente tem dificuldade de encontrar a si mesmo e menospreza seus próprios poderes.
- Quê?
Mas quando Oz olhou de novo, já estava caminhando pela estrada. Parece que ali quem mandava era seu subconsciente e não ele. Foi quando viu o cenário se transformar em desenho e a trilha terminar numa divisão em duas direções.
- E agora? Por qual eu vou?
- Depende de para onde você quer ir. (disse uma voz)
Oz virou-se e viu só um sorriso. O gato apareceu depois.
- Alice no País das Maravilhas... Coisa de louco.
- Aqui todo mundo é louco. Não tem escapatória. Veja bem. Se você não sabe para onde quer ir, qualquer caminho serve.
- Eu sei para onde ir. Agora sei. Quero construir um Mundo novo.
Eis que o gato virou o Chaveiro e a floresta virou um mar de portas.
- Então, você sabe qual a porta pela qual entrar.
Oz passou por um aporta e uma luz brilhante o cegou. Quando ela se dissipou, viu que estava numa espécie de palácio e uma princesa toda de branco se aproximou.
- Oz. Seu Mundo está sendo engolido pelo Nada. Não deixe isso acontecer. Só seu coração pode salvar seu Mundo.
- Oi?
Algo toca seu ombro e Oz se vira. Gandalf.
- O poder do anel vai te seduzir. Não deixe. O mal não deve corrompê-lo. Vejam esses tolos.
Estava numa festa no Condado, cercado de hobbits.
- Eles se divertem, vivem a vida, são felizes. Os homens querem poder e isso os corrompem. O que você prefere?
- Bem...
- Vá, siga sua jornada e destrua o anel do mal. Vá!
E viu-se novamente sem ação, sendo puxado por uma força impulsiva e caindo em cima de uma tartaruga em 3D.
- Ei, cara. Curte a corrente! Uau!
- Opa! Procurando Nemo!
- Cara, você tem que se soltar, curtir. Não fica pensando no que fazer, em como vai ser seu novo Mundo. Só faça, cara. E curta a onda! Iau! Yeehhhhhh!
De repente...
- Acorda, Oz-sam! Acorda!
- Hein? Sr. Miagi?
- É Miagui. Oz precisa treinar. Muitos perigos aguardam.
- Do que o senhor está falando?
- Oz tem que se livrar de coisas que atrapalham pensar. Limpar a mente. Muitos conflitos você terá que enfrentar. Aqui. Dentro de você.
- Ah, tá.
- Agora vá. Vá!
- De novo?
Tarde demais. Tudo escureceu. Martelos marchavam e alguém gritava com Oz.
- Você! Seu estúpido!
Era um professor. Ao seu lado, crianças entravam numa máquina e viravam lingüiça.
- Que baboseira é essa de novo mundo? Quem é você para pensar em artes? Não seja ridículo! Ninguém vai ler seu novo blog. Ninguém se interessa pelas suas coisas. Você é um fracassado patético e idiota! Olha só pra você! Vai viver de sub-empregos a vida toda. Esqueça isso!
De repente, Oz se sentiu mal, seu corpo ficou frio, ele se encolheu e um enorme muro o cercou, fechando-se e isolando-o por completo do mundo fora do subconsciente.
O FIM DO MUNDO
Oz estava encolhido na escuridão de seu subconsciente. A máquina MPMS-1 do velho Bob o fez entrar em sua mente a fim de encontra-se consigo mesmo para construir um novo Mundo, visto que o fim deste é inevitável. Mas parece que uma interferência fez com que a fantasia de filmes se misturasse aos pensamentos de Oz. Algo deu errado. Oz agora se via na parte mais obscura de sua mente. Parecia não haver luz alguma por ali. A jornada havia chegado ao fim.
Deprimido, começou a vagar pelo nada, em meio à escuridão. Sob uma parca luz vermelha, viu uma menininha de joelho, chorando. Seus pulsos sangravam e ela parecia fria, morta. Sem perder tempo, Oz tentou estancar o sangue e acordar a garotinha, em vão. Viu-se então vestido de sobretudo preto e óculos escuros. A garotinha de cabelos meio curtos e escuros, com roupa meio dark. Outro filme.
Então Oz enfiou a mão em seu peito, atravessando-o sem feri-lo e fez o coração da menina voltar. Antes que pudesse perguntar o seu nome, viu-se em outro cenário, uma espécie de nave. Virou-se e viu a si mesmo usando um capacete preto e voz robótica.
- Junte-se a mim, Oz. Somos partes um do outro. Venha para o Lado Negro.
- Não. Prefiro ficar com a Força. - disse, sem entender o que estava dizendo.
- Pois que assim seja.
Com um sabre de luz, Darth Oz partiu para cima de Oz Skywalker. O lado negro de Oz tentou a todo custo subjulgar e destruir o verdadeiro Oz, e quase conseguiu. Não fosse Oz lembrar-se de Yoda dizendo:
- Use a Força. Ligue-se a ela, sinta-a. Limpe sua mente e enfrente seus medos.
Oz então se concentra, livra-se dos pensamentos supérfluos e consegue vencer seu lado negro, mas sem destruí-lo.
- Tudo tem seu equilíbrio. Todos temos um lado sombrio. Apenas temos que aprender a controlá-lo. - ouviu-se dizendo.
Mas a pergunta ainda continuava? Como construir um novo Mundo? Precisava descobrir o que ele queria desse mundo. Então, o cenário mudou novamente. Viu-se num ônibus cheio de cabeludos e algumas garotas. Ao seu lado viu uma garota muito parecida com aquela da escuridão, com um pingente escrito "PL".
- Que lugar é esse? E esses roqueiros doidões? Tenho que voltar pra casa.
- Você já está em casa - disse a garota fazendo gestos com a mão.
- Ah, tá legal. Já saquei qual é o estilo. Mas e a forma?
Viu-se num apartamento velho, vestido de terno e com um negão apontando uma arma para um carinha sentado no centro da sala.
- Porque você quis ferrar o Sr. Wallace, Brett? Você Achou que ele era uma puta? Você conhece a Bíblia, Brett? Tem uma passagem q eu gosto de citar nessas horas.
- Ah, pára com isso! - gritou Oz. Mata ele logo!
- Oz, eu tô tentando ser o pastor aqui.
- Deixa disso, cara. Isso é um filme do Tarantino. Tá começando pelo meio, provavelmente você vai morrer, ou eu. Vai ter um monte de personagens estranhos, músicas legais, citações cults visual simples e cafona mas também legal. Uma "diversão cabeça", entende?
De repente, Oz percebeu.
- Peraí...
Sentiu então uma força que não sabe de onde veio puxar-lhe pra trás e ele sumiu no meio de uma luz forte. Acordou. A máquina o trouxe de volta ao sub-laboratório do velho Bob.
- E aí? Já era?
- Cara. É isso! Valeu! Até mais. Tchau!
E saiu disparado pela porta, correndo pelas ruas de Hell City.
Conforme corria, Oz via o Mundo se desfazer atrás dele. A anti-matéria estava consumindo tudo que encontrava pela frente. Oz chegou em casa e se trancou no quarto. Era hora de começar a planejar e construir seu novo Mundo. O velho já não fazia mais parte da sua vida. Lá fora, quase tudo era branco, um vazio, o nada. E o nada - a anti-matéria - ia se aproximando, consumindo tudo à sua volta até finalmente alcançar o quarto de Oz e ele mesmo. Tudo havia se tornando um branco sem limite. Um nada.
O fim do Mundo havia chegado.
Deprimido, começou a vagar pelo nada, em meio à escuridão. Sob uma parca luz vermelha, viu uma menininha de joelho, chorando. Seus pulsos sangravam e ela parecia fria, morta. Sem perder tempo, Oz tentou estancar o sangue e acordar a garotinha, em vão. Viu-se então vestido de sobretudo preto e óculos escuros. A garotinha de cabelos meio curtos e escuros, com roupa meio dark. Outro filme.
Então Oz enfiou a mão em seu peito, atravessando-o sem feri-lo e fez o coração da menina voltar. Antes que pudesse perguntar o seu nome, viu-se em outro cenário, uma espécie de nave. Virou-se e viu a si mesmo usando um capacete preto e voz robótica.
- Junte-se a mim, Oz. Somos partes um do outro. Venha para o Lado Negro.
- Não. Prefiro ficar com a Força. - disse, sem entender o que estava dizendo.
- Pois que assim seja.
Com um sabre de luz, Darth Oz partiu para cima de Oz Skywalker. O lado negro de Oz tentou a todo custo subjulgar e destruir o verdadeiro Oz, e quase conseguiu. Não fosse Oz lembrar-se de Yoda dizendo:
- Use a Força. Ligue-se a ela, sinta-a. Limpe sua mente e enfrente seus medos.
Oz então se concentra, livra-se dos pensamentos supérfluos e consegue vencer seu lado negro, mas sem destruí-lo.
- Tudo tem seu equilíbrio. Todos temos um lado sombrio. Apenas temos que aprender a controlá-lo. - ouviu-se dizendo.
Mas a pergunta ainda continuava? Como construir um novo Mundo? Precisava descobrir o que ele queria desse mundo. Então, o cenário mudou novamente. Viu-se num ônibus cheio de cabeludos e algumas garotas. Ao seu lado viu uma garota muito parecida com aquela da escuridão, com um pingente escrito "PL".
- Que lugar é esse? E esses roqueiros doidões? Tenho que voltar pra casa.
- Você já está em casa - disse a garota fazendo gestos com a mão.
- Ah, tá legal. Já saquei qual é o estilo. Mas e a forma?
Viu-se num apartamento velho, vestido de terno e com um negão apontando uma arma para um carinha sentado no centro da sala.
- Porque você quis ferrar o Sr. Wallace, Brett? Você Achou que ele era uma puta? Você conhece a Bíblia, Brett? Tem uma passagem q eu gosto de citar nessas horas.
- Ah, pára com isso! - gritou Oz. Mata ele logo!
- Oz, eu tô tentando ser o pastor aqui.
- Deixa disso, cara. Isso é um filme do Tarantino. Tá começando pelo meio, provavelmente você vai morrer, ou eu. Vai ter um monte de personagens estranhos, músicas legais, citações cults visual simples e cafona mas também legal. Uma "diversão cabeça", entende?
De repente, Oz percebeu.
- Peraí...
Sentiu então uma força que não sabe de onde veio puxar-lhe pra trás e ele sumiu no meio de uma luz forte. Acordou. A máquina o trouxe de volta ao sub-laboratório do velho Bob.
- E aí? Já era?
- Cara. É isso! Valeu! Até mais. Tchau!
E saiu disparado pela porta, correndo pelas ruas de Hell City.
Conforme corria, Oz via o Mundo se desfazer atrás dele. A anti-matéria estava consumindo tudo que encontrava pela frente. Oz chegou em casa e se trancou no quarto. Era hora de começar a planejar e construir seu novo Mundo. O velho já não fazia mais parte da sua vida. Lá fora, quase tudo era branco, um vazio, o nada. E o nada - a anti-matéria - ia se aproximando, consumindo tudo à sua volta até finalmente alcançar o quarto de Oz e ele mesmo. Tudo havia se tornando um branco sem limite. Um nada.
O fim do Mundo havia chegado.
>> próximas sagas:
- o absurdo e o fantástico da Saga da Pré-Estréia
- A Última Saga [q não é bem a "última"].
- o absurdo e o fantástico da Saga da Pré-Estréia
- A Última Saga [q não é bem a "última"].
1 comentários:
pensando assim, o fim do mundo não é tão assustador.
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