Textos postados em 2005 no Mundo de Oz 2.0 - http://mundodeoz.weblogger.com.br.
OZ E A VÃ FILOSOFIA
Oz procura entender a razão universal por trás da destruição de seu Mundo. Evolução? Extinção? O que?
Talvez a filosofia pudesse ajudá-lo a responder. Assim, foi atrás de Ari, o filósofo.
Encontrou-o parado, numa praça, olhando para os pássaros numa árvore.
- Oi Seu Ari. A gente pode conversar?
O velho continuou paralisado, olhando as aves.
- Oi! Seu Ari!
- Sssshhhiiu! Peraí. Vai espantá-los.
Oz resolveu ficar quieto e esperar. 2 horas depois...
- Pronto. Pois não?
- O que o senhor estava fazendo?
- Ah, estava observando as aves. Vendo como elas vivem. Elas parecem não ligar muito pras coisas em volta delas. Apenas comem, copulam e voam por aí, curtindo o vento na cara. Bem diferente da gente, que fica procurando quinquilharias e tornando-as necessárias à vida. Enquanto o tempo passa...
- Ah, sei. Sabe o que é, eu tô tentando entender porque o meu Mundo vai ser destruído. Eu tentei impedir isso, mas parece que é inevitável e...
- Como em Matrix?
- O que?
- Como em Matrix. Neo fica os três filmes tentando evitar a sua morte, mas como o agente Smith diz, é inevitável. Ele tinha que morrer para salvar os humanos e restabelecer a paz. Mesmo que isso desse um péssimo final de filme.
- É, pois é. Eu tentei impedir que o Mundo acabasse, mas foi em vão. Aí eu fiquei deprimido me fechei para o resto do mundo. Tentei descobrir como dar um novo sentido pra minha vida, mas também não funcionou muito.
- O Poderoso Chefão.
- Hein?
- Michael tenta ser honesto, ficar longe dos negócios da família e criar uma nova vida. Vira oficial do exército e depois, tenta legalizar os negócios da família. Mas no fundo ele é um mafioso, um Corleone. Quando ele percebe isso, desiste e abraça a sua vocação de uma vez. Excluindo aí o terceiro filme, é claro.
- Você é filósofo ou crítico de cinema?
- Eu escrevo livros sobre interpretações filosóficas de filmes de sucesso.
- Ah. Então, eu fico aqui pensando. Se fazer outra coisa não resolve e é impossível impedir a destruição do Mundo de Oz, o que fazer?
- Hum. A questão universal.
- Que?
- A vida, o universo e tudo mais.Por que estamos aqui? Para que? Essas coisas. Mas isso é coisa de filósofo. E você sabe que ninguém liga muito para o que os filósofos dizem hoje em dia. Não com tantos gurus de auto-ajuda, igrejas evangélicas e tv a cabo. A não ser se você for o Oolon Colluphid, o best-seller que escreveu "Onde Deus Errou", "Mais Alguns Grandes Erros de Deus", "Quem É Esse Deus Afinal?" e o melhor de todos "Sai Dessa, Deus!". Mas isso não importa. Como eu disse, é coisa pra filósofos.
- E...?
- Para quem não é filósofo, ficar divagando sobre o porquê das coisas é perda de tempo. E perder tempo é um pecado ireversível. Enquanto você fica divagando, seu Mundo acaba, sua vida fica paralisada e você fica frustrado. O negócio é fazer como Crush.
- Cinema de novo?
- Procurando Nemo. A tartaruga Crush. Aproveitar a vida, pegar a corrente marinha e "surfar", manja?
- Sei. Mas e o Mundo?
- O Mundo que se dane! Se você quiser, pode construir outro. Mundos vem e vão.
- E eu dando uma de Pink Floyd e construindo um muro em volta de mim, me fechando para o mundo, para me proteger...
- Pois é. A vida é como no cinema. Sua vida pode ser uma comédia de John Hughes, uma fantasia de George Lucas, um suspense de Hitchcock ou você pode ficar criticando a miséria à sua volta como nos filmes nacionais, viver depravadamente, como nos filmes pornôs ou tornar a sua vida uma aventura divertida, como nos filmes de Spielberg e cia. limitada.
- "A vida é uma aventura ousada ou nada".
- Pois é.
Assim, o filósofo se foi e Oz ficou ali, paralisado, observando sua vida e pensando.
Foi quando teve um estalo, um "insight" (como dizem os mais hypes).
Era hora de por o muro abaixo e voltar ao casulo...
---
Talvez a filosofia pudesse ajudá-lo a responder. Assim, foi atrás de Ari, o filósofo.
Encontrou-o parado, numa praça, olhando para os pássaros numa árvore.
- Oi Seu Ari. A gente pode conversar?
O velho continuou paralisado, olhando as aves.
- Oi! Seu Ari!
- Sssshhhiiu! Peraí. Vai espantá-los.
Oz resolveu ficar quieto e esperar. 2 horas depois...
- Pronto. Pois não?
- O que o senhor estava fazendo?
- Ah, estava observando as aves. Vendo como elas vivem. Elas parecem não ligar muito pras coisas em volta delas. Apenas comem, copulam e voam por aí, curtindo o vento na cara. Bem diferente da gente, que fica procurando quinquilharias e tornando-as necessárias à vida. Enquanto o tempo passa...
- Ah, sei. Sabe o que é, eu tô tentando entender porque o meu Mundo vai ser destruído. Eu tentei impedir isso, mas parece que é inevitável e...
- Como em Matrix?
- O que?
- Como em Matrix. Neo fica os três filmes tentando evitar a sua morte, mas como o agente Smith diz, é inevitável. Ele tinha que morrer para salvar os humanos e restabelecer a paz. Mesmo que isso desse um péssimo final de filme.
- É, pois é. Eu tentei impedir que o Mundo acabasse, mas foi em vão. Aí eu fiquei deprimido me fechei para o resto do mundo. Tentei descobrir como dar um novo sentido pra minha vida, mas também não funcionou muito.
- O Poderoso Chefão.
- Hein?
- Michael tenta ser honesto, ficar longe dos negócios da família e criar uma nova vida. Vira oficial do exército e depois, tenta legalizar os negócios da família. Mas no fundo ele é um mafioso, um Corleone. Quando ele percebe isso, desiste e abraça a sua vocação de uma vez. Excluindo aí o terceiro filme, é claro.
- Você é filósofo ou crítico de cinema?
- Eu escrevo livros sobre interpretações filosóficas de filmes de sucesso.
- Ah. Então, eu fico aqui pensando. Se fazer outra coisa não resolve e é impossível impedir a destruição do Mundo de Oz, o que fazer?
- Hum. A questão universal.
- Que?
- A vida, o universo e tudo mais.Por que estamos aqui? Para que? Essas coisas. Mas isso é coisa de filósofo. E você sabe que ninguém liga muito para o que os filósofos dizem hoje em dia. Não com tantos gurus de auto-ajuda, igrejas evangélicas e tv a cabo. A não ser se você for o Oolon Colluphid, o best-seller que escreveu "Onde Deus Errou", "Mais Alguns Grandes Erros de Deus", "Quem É Esse Deus Afinal?" e o melhor de todos "Sai Dessa, Deus!". Mas isso não importa. Como eu disse, é coisa pra filósofos.
- E...?
- Para quem não é filósofo, ficar divagando sobre o porquê das coisas é perda de tempo. E perder tempo é um pecado ireversível. Enquanto você fica divagando, seu Mundo acaba, sua vida fica paralisada e você fica frustrado. O negócio é fazer como Crush.
- Cinema de novo?
- Procurando Nemo. A tartaruga Crush. Aproveitar a vida, pegar a corrente marinha e "surfar", manja?
- Sei. Mas e o Mundo?
- O Mundo que se dane! Se você quiser, pode construir outro. Mundos vem e vão.
- E eu dando uma de Pink Floyd e construindo um muro em volta de mim, me fechando para o mundo, para me proteger...
- Pois é. A vida é como no cinema. Sua vida pode ser uma comédia de John Hughes, uma fantasia de George Lucas, um suspense de Hitchcock ou você pode ficar criticando a miséria à sua volta como nos filmes nacionais, viver depravadamente, como nos filmes pornôs ou tornar a sua vida uma aventura divertida, como nos filmes de Spielberg e cia. limitada.
- "A vida é uma aventura ousada ou nada".
- Pois é.
Assim, o filósofo se foi e Oz ficou ali, paralisado, observando sua vida e pensando.
Foi quando teve um estalo, um "insight" (como dizem os mais hypes).
Era hora de por o muro abaixo e voltar ao casulo...
---
>> Algumas curiosidades:
- Esse foi meu último post que tentava misturar "crítica do mundo à minha volta" com um humor bem ralinho. A partir do próximo, eu comecei a dar mais vazão às minha "viagens".
- Sim, Ari, O filósofo é uma homenagem a Aristóteles.
- Primeira vez que eu cito o Guia do Mochileiro das Galáxias, que me inspirou a escrever a Saga do Fim e com quem me identifiquei muito no estilo da escrita.
- A última frase de Oz não é de um filme, mas de Hellen Keller.
- Esse foi meu último post que tentava misturar "crítica do mundo à minha volta" com um humor bem ralinho. A partir do próximo, eu comecei a dar mais vazão às minha "viagens".
- Sim, Ari, O filósofo é uma homenagem a Aristóteles.
- Primeira vez que eu cito o Guia do Mochileiro das Galáxias, que me inspirou a escrever a Saga do Fim e com quem me identifiquei muito no estilo da escrita.
- A última frase de Oz não é de um filme, mas de Hellen Keller.
OZ INICIA A JORNADA POR UM NOVO MUNDO
Oz parece estar se encontrando, depois de tanto tempo.
Aceitando que o fim do Mundo é inevitável (ê paranóia), decide construir um novo Mundo e tenta imaginar como seria:
- Um mundo fantástico, cheio de magos, fadas, dragões, guerreiros, mulheres gostosas, e um reino onde ficaria meu castelo. De lá eu governaria, seria o imperador. Não haveria limites para a imaginação! Um elefante voaria se eu quisesse, um cachorro falaria se eu quisesse, flores brotariam das nuvens, choveria chocolate na horta dos mechas agricultores, todos teriam poderes...
Mas foi interrompido pelo Grande Izi, que tinha esse nome simplesmente por que parecia ter o dobro do tamanho do Oz.
- Ow, acorda. Que você tá fazendo?
- Hein? Tô pensando em como vou construir um Mundo novo...
- Cara, que história é essa? Bom, se você precisar de um arquiteto de Mundos. Eu faço a estrutura e você entra com o conceito...
- Difícil vai ser você entender meu conceito. Ou melhor, difícil vai ser eu expressar ele.
- Vê aí. Agora da licença que eu vou dar umas porradas por aí...
Oz fica lá, delirando em alta velocidade.
- Hum, como vai ser esse Mundo novo, hein? O jeito é caminhar, procurar, descobrir o que fazer.
Assim, Oz foi para Hell City encher a cara num boteco num beco escuro. Já tava meio bêbado, quando alguém que ele não lembra quem era se aproximou.
- Encher a cara não vai te ajudar a fazer um mundo novo.
- Te conheço?
- Não. Mas eu sei quem pode te ajudar a fazer um Mundo novo.
- Quem?
- Tem um cara, nesse endereço aqui - entrega um cartão - que sabe como entrar em sua mente e retirar de lá o que você precisa.
- Ah tá, obrigado.
E lá vai Oz no tal endereço. Num beco mais escuro, numa loja minúscula cheia de tranqueiras eletrônicas, ele encontra o velho e barrigudo Bob.
- Eu vim...
- Eu sei pra que você veio. Venha aqui, deixa eu te mostrar uma coisa.
O velho leva Oz por uma porta estreita, até os fundos da loja. Lá, uma cadeira com uma máquina semi-gigante o aguarda.
- Essa é minha Máquina de Passagem para o Mundo do Subconsciente, a MPMS-1.
- Ah, sei... (pensando se alguém vai ler essa baboseira)
Oz se senta na máquina, bêbado e lembrando de Matrix.
- Não pense em nada, senão pode interferir na máquina.
Mas Oz não conseguia. Se tinha uma coisa que ele não conseguia fazer era pensar em nada. "Se pensar em nada, deixo de existir", pensou.
O cara liga a máquina.
- Prepare-se para entrar em seu seu subconsciente, Oz.
E Oz pensando no filme A Cela.
Eis que tudo escurece e uma luz intensa vem do nada para cegar o Oz. Quando ela acaba, Oz se vê numa estranha vila com cenários pintados. Começa uma tremenda ventania e ele vê uma garotinha correndo com um cachorro pra dentro de uma casa. Ele vai atrás. O vento vira um tornado e levanta a casa, levando-a para longe. Uma mulher cantando ao fundo. Quando tudo passa, Oz a menina e o cachorro se vêem num estranho vilarejo colorido, com anões cantantes. Mas invés dos anões, Oz ouve Pink Floyd. É aí quando percebe.
- Merda! Eu tô em O Mágico de Oz sincronizado com Dark Side Of The Moon! No mundo dos filmes! E agora?
Aceitando que o fim do Mundo é inevitável (ê paranóia), decide construir um novo Mundo e tenta imaginar como seria:
- Um mundo fantástico, cheio de magos, fadas, dragões, guerreiros, mulheres gostosas, e um reino onde ficaria meu castelo. De lá eu governaria, seria o imperador. Não haveria limites para a imaginação! Um elefante voaria se eu quisesse, um cachorro falaria se eu quisesse, flores brotariam das nuvens, choveria chocolate na horta dos mechas agricultores, todos teriam poderes...
Mas foi interrompido pelo Grande Izi, que tinha esse nome simplesmente por que parecia ter o dobro do tamanho do Oz.
- Ow, acorda. Que você tá fazendo?
- Hein? Tô pensando em como vou construir um Mundo novo...
- Cara, que história é essa? Bom, se você precisar de um arquiteto de Mundos. Eu faço a estrutura e você entra com o conceito...
- Difícil vai ser você entender meu conceito. Ou melhor, difícil vai ser eu expressar ele.
- Vê aí. Agora da licença que eu vou dar umas porradas por aí...
Oz fica lá, delirando em alta velocidade.
- Hum, como vai ser esse Mundo novo, hein? O jeito é caminhar, procurar, descobrir o que fazer.
Assim, Oz foi para Hell City encher a cara num boteco num beco escuro. Já tava meio bêbado, quando alguém que ele não lembra quem era se aproximou.
- Encher a cara não vai te ajudar a fazer um mundo novo.
- Te conheço?
- Não. Mas eu sei quem pode te ajudar a fazer um Mundo novo.
- Quem?
- Tem um cara, nesse endereço aqui - entrega um cartão - que sabe como entrar em sua mente e retirar de lá o que você precisa.
- Ah tá, obrigado.
E lá vai Oz no tal endereço. Num beco mais escuro, numa loja minúscula cheia de tranqueiras eletrônicas, ele encontra o velho e barrigudo Bob.
- Eu vim...
- Eu sei pra que você veio. Venha aqui, deixa eu te mostrar uma coisa.
O velho leva Oz por uma porta estreita, até os fundos da loja. Lá, uma cadeira com uma máquina semi-gigante o aguarda.
- Essa é minha Máquina de Passagem para o Mundo do Subconsciente, a MPMS-1.
- Ah, sei... (pensando se alguém vai ler essa baboseira)
Oz se senta na máquina, bêbado e lembrando de Matrix.
- Não pense em nada, senão pode interferir na máquina.
Mas Oz não conseguia. Se tinha uma coisa que ele não conseguia fazer era pensar em nada. "Se pensar em nada, deixo de existir", pensou.
O cara liga a máquina.
- Prepare-se para entrar em seu seu subconsciente, Oz.
E Oz pensando no filme A Cela.
Eis que tudo escurece e uma luz intensa vem do nada para cegar o Oz. Quando ela acaba, Oz se vê numa estranha vila com cenários pintados. Começa uma tremenda ventania e ele vê uma garotinha correndo com um cachorro pra dentro de uma casa. Ele vai atrás. O vento vira um tornado e levanta a casa, levando-a para longe. Uma mulher cantando ao fundo. Quando tudo passa, Oz a menina e o cachorro se vêem num estranho vilarejo colorido, com anões cantantes. Mas invés dos anões, Oz ouve Pink Floyd. É aí quando percebe.
- Merda! Eu tô em O Mágico de Oz sincronizado com Dark Side Of The Moon! No mundo dos filmes! E agora?
>> Mais:
- De agora em diante meus posts passam a ser cheios de citações e coisas que "só eu sei o que é", por isso estes comentários.
- Grande Izi, o contrutor de mundos, é nada mais que o Easy Eight, um amigo meu, webdesigner.
- Hell City, uma versão fantasiada de São Paulo, será cenário de muitos posts...
- "Se tinha uma coisa que ele não conseguia fazer era pensar em nada." - eu realmente não consigo deixar meu pensamento relaxado, provavelmente por causa de um possível DDA não diagnosticado.
- "Prepare-se para entrar em seu seu subconsciente, Oz. " - o texto original era "Prepare-se. Vamos entra em seu subconsciente, Oz", uma dica de que os posts não seriam mais tão "normais".
- Outra dica de como eu penso é a citação do famoso vídeo de O Mágico de Oz/Pink Floyd.
Bem, no próximo post, a última parte da Saga do Fim e a passagem pro Mundo Fantástico de Oz. :P
- De agora em diante meus posts passam a ser cheios de citações e coisas que "só eu sei o que é", por isso estes comentários.
- Grande Izi, o contrutor de mundos, é nada mais que o Easy Eight, um amigo meu, webdesigner.
- Hell City, uma versão fantasiada de São Paulo, será cenário de muitos posts...
- "Se tinha uma coisa que ele não conseguia fazer era pensar em nada." - eu realmente não consigo deixar meu pensamento relaxado, provavelmente por causa de um possível DDA não diagnosticado.
- "Prepare-se para entrar em seu seu subconsciente, Oz. " - o texto original era "Prepare-se. Vamos entra em seu subconsciente, Oz", uma dica de que os posts não seriam mais tão "normais".
- Outra dica de como eu penso é a citação do famoso vídeo de O Mágico de Oz/Pink Floyd.
Bem, no próximo post, a última parte da Saga do Fim e a passagem pro Mundo Fantástico de Oz. :P
3 comentários:
"E perder tempo é um pecado ireversível. Enquanto você fica divagando, seu Mundo acaba, sua vida fica paralisada e você fica frustrado."
traduziu minha vida em algumas frases.
agora vou ler a segunda parte.
hum... eu lembrei muito do "alguma coisa brilhantes numa mente sem lembranças" (aquele filme insuportável...) na segunda parte desse post. eu entendi (ou acho que entendi) a maior parte das coisas. :]
ah, e sobre seu comentário: eu estou tentando reverter as coisas, não se preocupe. vc deveria fazer o mesmo :]
esse post me lembrou de quando eu sonhei que minha mãe era carregada pelo demônio num carrinho de supermercado... po, no mundo do inconsciente deveria haver um controle remoto pra controlar a luz, a música, a intensidade dos rios, a chuva... *começando a viajar no azeite*
beijos!
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